Hamilton explode: “Sou inútil e Ferrari talvez precise trocar de piloto” após 12º lugar no grid

Desabafo aplica pressão à Scuderia em meio à crise de desempenho

Lewis Hamilton teve uma reação dramática ao se classificar apenas em 12º lugar para o Grande Prêmio da Hungria — eliminando-se logo no Q2 — e disparou críticas duras contra si mesmo e até sugeriu que a Ferrari pode precisar substituir o piloto, não o carro.


Um dos desabafos mais fortes da carreira

Autocrítica sem filtros

Visivelmente abatido após a eliminatória, Hamilton afirmou:

“Sou inútil, absolutamente inútil... o problema não é o carro, a equipe está bem. Então, talvez precisem trocar de piloto.”

Para um piloto acostumado a dominar grid e corridas, declarações desse tipo representam uma crítica rara e dura sobre seu próprio rendimento.


Contraste flagrante com Leclerc e contexto da temporada

Leclerc domina e Ferrari encontra ritmo

Na mesma classificação, Charles Leclerc conquistou a pole position, que foi a primeira da Ferrari na temporada, evidenciando que o carro tem desempenho competitivo — e que o problema está no comportamento individual de Hamilton.

Leclerc agora lidera o campeonato por 30 pontos de vantagem, com cinco pódios em 13 provas, enquanto Hamilton segue sem vitórias desde que estreou na Ferrari.


Crise de performance: qualificação fraca e autocobrança intensa

Um histórico de falhas recentes

A classificação para o GP da Hungria foi a quarta vez consecutiva que Hamilton não passou do Q2, seguida de uma longa sequência de grids ruins, como o 16º lugar em Spa. Esses resultados reforçam a sensação de que o britânico não está se adaptando ao SF‑25.

Ferrari reclama de estilo e pede ajustes

Especialistas observam que Hamilton ainda não se adaptou ao estilo do carro da Ferrari — com suspensão pull‑rod e dinâmica diferente — e que, mesmo com equipe técnica dedicada, ele precisa mudar sua abordagem para extrair o potencial da máquina.


Uma temporada desgastante e futuro incerto

Adaptação e impactos psicológicos

Desde sua transferência da Mercedes para a Ferrari, a adaptação foi descrita por Hamilton como a mais intensa de sua carreira, afetando desempenho, rotina e confiança. Ele declarou precisar de descanso e reflexão durante a pausa de agosto, reconhecendo desgaste mental e emocional.

Rumores sobre substituição e pressão interna

As palavras “talvez precisem trocar de piloto” sinalizam uma tensão interna que não existia no início da temporada. Com Hamilton atrás de Leclerc e sem vitórias, há especulações sobre sua continuidade, mesmo com vínculo assegurado até 2027.


Conclusão: momento decisivo para Hamilton e Ferrari

A classificação desastrosa no Hungaroring não representa apenas um resultado ruim — ela escancara a crise pessoal e coletiva de Lewis Hamilton na Ferrari. Enquanto Leclerc evolui, Hamilton se encontra numa encruzilhada: ou redefine seu estilo e reencontra o ritmo, ou suas declarações poderão se concretizar.

O próximo grande teste será a corrida domingo, onde a largada longe da frente torna uma volta ao pódio ainda mais improvável — e a pressão, insustentável.


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